A
pleura é uma fina membrana dupla que reveste os pulmões, e que, através da qual
se dá a troca gasosa, expelindo o dióxido de carbono e
o vapor de água em cada expiração, e recebendo o
oxigénio necessário para viver, a cada respiração.
Já num anterior post meu,
referi-me aos relacionamentos interpessoais e aos intervenientes como sendo
telas onde nós pintamos e somos pintados pelas pessoas que passam pela nossa
vida e nós pelas vidas delas.
As trocas são essenciais para
sobreviver. Sem trocas existe o quase vazio. Digo quase vazio porque temos
sempre a nós próprios.
Mas trocas são também focos de
tensão e de pressão. Trocar é um exercício que envolve risco e que por vezes
pode nos amedrontar de tal forma que evitamos a todo o custo trocar.
Nas trocas recebemos ar novo através do prazer da partilha da companhia e da essência. Nas trocas deitamos fora aquilo que não presta e que não interessa, se o outro lado da pleura for sensível e digno de confiança.
Trocar alarga os nossos horizontes e leva-nos a lugares onde nunca estivemos e nem nunca pensámos ser possível existirem.
Mas trocas doentes ou insuficientes e contaminadas podem trazer-nos enfermidades. Trocas mal feitas podem fazer de nós pessoas desconfiadas, com o coração endurecido e afastadas, sem ter coragem de voltar a assumir compromissos.
É bom trocar. É bom relacionar.
Nas trocas recebemos ar novo através do prazer da partilha da companhia e da essência. Nas trocas deitamos fora aquilo que não presta e que não interessa, se o outro lado da pleura for sensível e digno de confiança.
Trocar alarga os nossos horizontes e leva-nos a lugares onde nunca estivemos e nem nunca pensámos ser possível existirem.
Mas trocas doentes ou insuficientes e contaminadas podem trazer-nos enfermidades. Trocas mal feitas podem fazer de nós pessoas desconfiadas, com o coração endurecido e afastadas, sem ter coragem de voltar a assumir compromissos.
É bom trocar. É bom relacionar.

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