Olho para dentro de mim e afogo as palavras que teimam em querer sair. Não permito que seja encontrado pelos que se distraem com tudo e com todos. Obrigo-me a tolerar a dor, sei que posso. Mas dói. Dói muito. mas eu consigo. Tenho de conseguir. Monto e desmonto todos os cenários, enquanto dou vida e morte a personagens reais e fictícias. Luto com o desejo, com o pode e não deve ser. Procuro manter a cabeça fora de água. E a cabeça que não pára.
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